Por que?

Muitas famílias de pessoas com autismo enfrentam longas filas de espera para diagnósticos e terapias sem saber a sua real posição ou ter uma previsão de atendimento. Essa “fila no escuro” gera angústia e atrasa o início de intervenções que são urgentes e cruciais para o desenvolvimento do paciente.

O que prevê a nova lei?

O projeto obriga a prefeitura a divulgar publicamente a fila de espera (respeitando o sigilo do paciente) e estabelece prazos máximos para a realização de diagnósticos e início dos tratamentos. Além disso, torna obrigatória a criação de grupos de apoio e capacitação para os pais e institui um Comitê de Acompanhamento com a participação direta das famílias na fiscalização.

Benefícios para a População

Acaba com a “fila invisível”, garantindo um acesso mais justo, rápido e transparente aos serviços de saúde e educação. A lei também assegura que os pais e cuidadores recebam o suporte psicológico e técnico necessário para o dia a dia, dando à comunidade autista voz ativa nas decisões do município.

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